Ômicron BQ.1: O que sabe sobre a nova variante da Covid-19
Por: Redação
Uma nova variante da Covid-19, denominada como “BQ.1”, foi identificada em um paciente na cidade do Rio de Janeiro, segundo informações divulgadas pela Secretaria Municipal de Saúde.
A variante foi encontrada pela primeira vez na Europa, fortalecendo a suposição do aumento de novas infecções nos países como a França, Alemanha e Estados Unidos. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), a BQ.1 já circula pelo menos em 65 países.
O que sabe sobre a Ômicron BQ.1
As subvariantes são mutações do coronavírus. Por exemplo, o BQ.1 é descendente do BA.5, que era um dos mais comuns em todo o mundo, junto com o BA.4 – todas as subvariantes do ômicron.
Por ser uma subvariante recente da covid-19, a maioria das pesquisas sobre a cepa da covid-19 ainda estão em análise, mas algumas descobertas preliminares já se tornaram conhecidas.
Por exemplo, as alterações no comportamento da doença não têm impacto nos sintomas, como explicou o infectologista Alberto Chebabo, presidente da Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI) em entrevista para a BBC Brasil.
Dessa forma, os principais dos sintomas da Covid-19, causados pela bactéria Q.1, são:
- Dor de cabeça;
- Tosse;
- Febre;
- Dor de garganta;
- Cansaço;
- Perda de olfato e paladar.
Com isso, por conta da nova variante da Covid-19, é imprescindível que toda a população continue com as cuidados recomendados pela Organização Mundial da Saúde (OMS), que são:
Recomendações
- Atualização do status vacinal da população não vacinada ou com esquema vacinal incompleto para sua faixa etária;
- Utilização de máscara:
– Indivíduos imunocomprometidos, idosos e com comorbidades, em locais fechados ou pouco ventilados com grande concentração de pessoas, por serem mais suscetíveis a desenvolver casos graves quando infectados por coronavírus
– Indivíduos sintomáticos respiratórios para evitar a transmissão do quadro clínico
– Contactantes domiciliares assintomáticos de casos confirmados de covid-19
– Indivíduos, principalmente aqueles com maior vulnerabilidade, que apresentarem sintomas compatíveis com síndrome gripal deverão procurar assistência médica para confirmação diagnóstica e monitoramento; - Pessoas confirmadas com covid-19 devem se manter afastadas por um período máximo de sete dias; se feito novamente exame no quinto dia e o resultado for negativo, podem retornar ao convívio;
- Intensificar a testagem, por meio do teste rápido de antígeno, dos casos suspeitos de covid-19.